Em um mercado cada vez mais acirrado, o que verdadeiramente separa empresas bem-sucedidas das que apenas sobrevivem está na forma como gestores, empreendedores e empresários enxergam seus números. É nesse contexto que a DRE torna-se uma ferramenta crucial na tomada de decisões, revelando oportunidades ocultas e riscos financeiros que fazem toda diferença no seu planejamento. Nesse artigo, descubra como o DRE pode transformar os desafios do seu negócio em vantagens competitivas! Confira aqui na SGN Sistemas.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!O que é a DRE?
Conhecido também como Demonstrativo do Resultado do Exercício, a DRE trata-se de um documento contábil obrigatório pela Lei 6.404/1976, no qual reúne todas informações que determinam o lucro ou prejuízo de uma empresa durante um período específico de tempo. Esse relatório deve ser feito anualmente, mas há empresas que também fazem com mais frequência para maior controle administrativo ou detalhamento contábil.
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Além disso, é importante salientar que todas as empresas, exceto o MEI, devem compartilhar o documento com a Receita Federal para apuração adequada e cruzamento de dados, visto que a ausência do relatório pode acarretar em auditorias, fiscalizações, multas e outras penalidades fiscais sobre o negócio.
Entenda a estrutura da DRE de forma simples:
Antes de mais nada, é válido destacar que de acordo com a legislação brasileira a DRE somente deve ser feita por um contador habilitado pelo Conselho Regional de Contabilidade. Sua ordem lógica de cálculos começa pelas receitas até o resultado final, sendo lucro ou prejuízo líquido, de acordo com a estrutura abaixo, observe:

- Receita bruta de vendas e serviços: considere todo dinheiro que durante o período entrou no caixa, ou seja: vendas, prestações de serviços, recebimento de juros, aluguéis etc;
- Deduções de impostos: desconte as devoluções de vendas, descontos, e abatimentos de impostos que incidem diretamente sobre a venda, como ICMS, ISS;
- Receita líquida: faça a subtração de todas as deduções, descontos e abatimentos do total de vendas (Receita Bruta), você irá obter sua Receita Líquida;
- Custos de Produtos e Serviços: aqui deve-se abater os custos de produtos, serviços e de vendas relacionado ao gasto com matéria-prima, embalagem ou preparação de um serviço;
- Lucro Bruto: o Lucro Bruto é a diferença/subtração entre a Receita Líquida e o gasto na produção
- Despesas administrativas: considere tudo aquilo que mantêm a empresa em funcionamento mesmo não havendo vendas, por exemplo: água, energia, internet, contas de aluguel, salários etc;
- Despesas Financeiras: trata-se gastos com juros, multas ou variações cambiais;
- Despesas com Vendas: despesas com comissões e custos de pós venda podem ser incluídas neste tópico;
- Lucro ou Prejuízo Operacional: faça a subtração de todas as despesas acima do lucro bruto, e você terá o resultado operacional da empresa;
- Impostos: realize a dedução do valor pago em impostos como IRPJ e CSLL
- Resultado Líquido: por fim, através do abatimento de todas as despesas e custos do Lucro Bruto você terá o Resultado Líquido.
Conclusão
Em síntese, através deste artigo foi possível perceber que a DRE está longe de ser uma obrigação burocrática para muitas empresas. Afinal, é através dela que você consegue o veredito final sobre a real situação da sua empresa, além de tomar decisões estratégicas para investimentos, corte de custos e muito mais.
Nesse sentido, garanta uma excelente gestão contábil em todas frentes do seu negócio aliando-se a ferramentas que impulsionam o seu crescimento.
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